ANÁLISE DE FALHA APLICADA EM UMA BOMBA DE VÁCUO
DOI:
https://doi.org/10.56509/joins.2022.v2.106Palavras-chave:
análise de falha. segmento petroquímico. bomba de vácuo.Resumo
De forma geral as empresas veem buscado eficiências de seus sistemas. Neste contexto os sistemas de manufatura buscam aprimorar seus sistemas manufatura aplicando conceitos relacionados a excelência na confiabilidade, análise de falhas, planos preventivos etc. Esse artigo tem como objetivo mostrar um case de sucesso da aplicação de uma análise de causa raiz, ou análise de falha, aplicada em uma bomba de vácuo utilizada em uma empresa do segmento petroquímico. Diversos estudos foram realizados na busca de eliminar um sério problema em uma bomba, que apresentava grande frequência na substituição de rolamentos. Após uma implementação de sistemas de proteção contra entrada de umidade e substituição da graxa que lubrifica os rolamentos, foi obtido um resultado de duradouro para todo o sistema, demonstrando que a análise de forma criteriosa sobre uma falha, traz resultados positivos para as estratégias globais da empresa.
Referências
A. Roth. Vacuum Technology, Elsevier, 1990.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5462
Confiabilidade e Mantenabilidade BS EN 15341:2019
IDCON. Condition Monitoring Standards, v. 3, 2003.
LAPELLE, R.R. Practical Vacuum Systems, McGraw-Hill, 1972.
NEPOMUCENO, L.X. Técnicas de manutenção preditiva, v. 1, 2014.
NEPOMUCENO, L.X. Técnicas de Manutenção Preditiva, v. 2, 2014.
RIPPER, A. P. Vibrações mecânicas, 2007.
The British Institute of Non-Ddestructive Testing: Analise de Vibrações 1 WI 202, SKF, 2012.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2022 Journal of Innovation and Science: research and application

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Os artigos publicados pela revista são de uso gratuito, destinados a aplicações educacionais e não comerciais.
Os direitos autorais são todos cedidos à revista. Os artigos representam o ponto de vista dos autores e não a posição da revista JOINS.